31 de mai de 2013

TURMA 602-BÚZIOS-2013-ESCOLA REGINA-2° TRIMESTRE

Em breve os conteúdos do 2º TRIMESTRE
·        África: religião cultura e sociedade
·        Primeiras civilizações (Extremo Oriente e Oriente Médio)

·        Grécia: conceito de democracia e cidadania, cultura,organização social,política e econômica.


Dados do Egito na atualidade
O Egito hoje tem população de 84 milhões de pessoas, sendo o Egito o segundo país mais populoso da África. O árabe é a língua oficial. A área total do país é de 1 001 450 km², mais ou menos o tamanho do estado brasileiro do Mato Grosso.(Nome oficial do país: República Árabe do Egito)
Capital do Egito: Cairo
População do Egito
O Egito possui mais de 80 milhões de habitantes. Cerca de metade da população egípcia vive em cidades, a grande maioria destas nas margens do Nilo. Como a agricultura do país também se faz em torno do Nilo, conclui-se que quase toda a população egípcia (96%) vive em volta do rio.
A maioria dos egípcios é descendente dos camitas orientais (isto é, um grupo que remonta ao Cam bíblico). Beduínos e berberes do deserto são árabes. Por fim há o pequeno grupo dos núbios, no sul do país.
Economia do Egito
A economia egípcia é baseada especialmente no turismo, na agricultura e na exportação de petróleo. Dentre os produtos agrícolas, o algodão egípcio é mundialmente famoso e item forte entre os exportados.
Em épocas de turismo normal, a renda per capita é de aproximadamente 5500 dólares anuais – para efeitos de comparação, a do Brasil é de mais de 11 mil dólares. Ou seja, é um país pobre.
Um passeio pelos arredores do Cairo fornece uma dimensão desta pobreza, embora o país tenha os seus milionários (poucos). Aliás, este passeio pode dar até uma visão exagerada da situação econômica real, pois os prédios no reboco e com ferros espetando para cima têm mais a ver com a cultura islâmica que necessariamente com a falta de condições de conceber moradias mais bonitas.
Relações internacionais do Egito
O Egito é considerado um país integrante do Oriente Médio. Isto devido a sua posição geográfica e à constituição muçulmana da maioria de sua população. Assim, o país é peça importante nas tensas e belicosas relações que envolvem a região.
Religião do Egito
A grande maioria dos egípcios é segue o islamismo. Uma minoria, de menos de 10% da população, é cristã (coptas). A convivência não é muito pacífica: no início de 2011, um atentado em uma igreja copta em Alexandria deixou 21 mortos.
O poder legislativo é exercido pela Assembleia Popular. O Egito é também conhecido pela violação dos direitos humanos, incluindo tortura, detenções arbitrárias e julgamentos perante tribunais militares e de segurança dos Estado. As mulheres e as minorias religiosas também sofrem com a falta de um Estatuto justo.
As manifestações de 2011
A inflação altíssima do Egito e a pobreza que afeta pelo menos 20% da população é fruto do crescimento do Egito que não conseguiu garantir melhorias econômicas à população.A situação da eleição de 2005, em que múltiplas pessoas puderam se candidatar, mas o processo foi extremamente desonesto, se repetindo em 2010 com urnas substituídas, pessoas impedidas de votar e perseguições, irritaram a população. Essa situação levou a população a manifestar-se nas ruas do Egito em janeiro e fevereiro de 2011.
Manifestações populares e a perda do apoio dos Estados Unidos por Mubarak o levaram a renunciar após muitos de conflitos entre a população e a polícia.
No entanto, as manifestações ainda continuam, pois a população de 84 milhões do Egito ainda pede o fim do julgamento militar de civis, o afastamento e indiciamento dos policiais acusados de assassinato e tortura de civis. Atualmente quem está no comando do país é Essam Sharaf, o primeiro-ministro do país. Deveriam ocorrer eleições em Setembro, mas diante da situação atual do país, é provável que não ocorra.

1-      Que transformações você identifica entre o Antigo Egito e o Egito atual?


OUTROS POVOS AFRICANOS
O continente africano está dividido em 53 países e apresenta grande diversidade cultural, resultado das muitas sociedades que lá se desenvolveram e do contato com povos estrangeiros que, em diferentes épocas, foram para aquele território interessados no comércio e nas riquezas.
Um dos exemplos mais significativos da diversidade de culturas da África é a existência de aproximadamente 1200 idiomas no continente. Além das línguas locais, há países cujo idioma é o inglês, o francês ou o português. São seis os integrantes do Palop, isto é, países africanos de língua oficial portuguesa: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial.
Mas como viviam as sociedades africanas na Idade Antiga, como os povos Bantos e dos reinos de Cuxe e Axum? Eram reinos aliados, mantinham contato e comércio entre si? Tinham a mesma base cultural ou cada qual criou uma cultura própria?
AS CONDIÇÕES NATURAIS DA ÁFRICA
A África é um continente vasto, ocupado desde a pré-história por diversos grupos humanos. O continente africano é cercado pelo Mar Vermelho, Mar Mediterrâneo, Oceano Atlântico e Oceano Índico, principais vias de acesso a outras partes do mundo. A ligação entre a África e o Brasil, por exemplo, se dá através do Oceano Atlântico.
Suas condições naturais variam muito: ao norte do continente fica o deserto do Saara; a sudoeste, o deserto do Kalahari. Nas demais regiões, alternam-se florestas, savanas, e estepes.


1-Qual é o maior deserto africano?
2-Qual é o único rio africano que banha esse deserto?


JOGOS E BRINCADEIRAS DAS TRIBOS AFRICANAS

Consciência Negra

JOGOS E BRINCADEIRAS DAS TRIBOS AFRICANAS
Consciência Negra

Apesar de a população negra constituir grande parte da sociedade brasileira, somente a partir da Lei nº 10.639 de 2003 que tornou obrigatório o ensino da História da África e dos afro-brasileiros no Ensino Fundamental e Médio, as escolas ampliaram a reflexão e discussão sobre o papel e a posição do negro em nossa sociedade.
Há necessidade de conscientizar acerca das práticas e representações que configuram o racismo, apresentando aos alunos a verdadeira história e  tradição do povo negro no Brasil, de maneira íntegra, sem estereótipos que distorcem e não retratam fielmente a trajetória dos descendentes de africanos, sem mensagens subliminares que consolidam uma sociedade racista e excludente.
Assim sendo, ao elaborar um projeto sobre Cultura Negra deve-se pensar em atividades que possibilitem aproximar nossos alunos da riqueza cultural afro-brasileira, aprofundando o estudo das fortes raízes culturais africanas, visando elevar a autoestima da criança negra e sua percepção e atuação sobre si mesma e seu lugar no mundo. 
Desde a mais tenra idade deve-se trabalhar o assunto, privilegiando a questão da identidade, do respeito à diversidade e da autoaceitação. Toda a comunidade escolar deve estar inserida no projeto e não apenas os afro-descendentes, de forma em que fique claro que conhecer as variadas culturas é essencial, despertando na criança o respeito pelas outras pessoas independentemente da raça. Para tal, é fundamental divulgar o lado positivo da história negra, não apenas as questões de escravidão, miséria e sofrimento, proporcionando situações didáticas centradas em dinâmicas, vivências, ações e reflexões, no estímulo a criticidade e na resolução de problemas que possibilitem aos alunos a pensarem na questão de forma ética.
A Pedagogia de Projetos visa transformar o espaço escolar em um espaço vivo de interações, aberto ao real e às suas múltiplas dimensões. O status de igualdade será conseguido quando o professor estiver atento para contemplar alunos negros e brancos, democraticamente, nas pequenas atividades do dia a dia, através do que chamamos instrumentos ou ferramentas pedagógicas. Contar histórias em que apareçam crianças negras como protagonistas vivendo situações cotidianas, buscar epopéias de povos africanos com seus heróis e suas sagas, procurar imagens de famílias negras, profissionais negros, políticos, escritores, cientistas negros para estar lado a lado dos brancos já colocados nos murais e estudos escolares – eis alguns procedimentos que podem ser adotados.

Sugestões de Jogos

kebeto
Este jogo é jogado com pelo menos 4 crianças que formam um círculo. Uma criança é escolhida para ser o passador do cinto. O passador do cinto é o que esconde ele, atrás de outra criança no círculo. O transeunte cinto tem que fazer isso discretamente de modo que ele ou ela não é detectada. Se o cinto de passer é pego, a criança que o cinto foi colocada atrás tenta correr atrás do passador de cinto. Como o jogo "Duck-pato ganso", o transeunte cinto tem que fazer de volta para um local aberto no círculo antes que ele seja capturado.
Kukulu
Antes do game começar, um lugar deve ser escolhido para ser a base principal do jogo. Este lugar é chamado de Mariam. De seis a quinze crianças pode jogar este jogo. Este jogo é muito parecido com a versão americana de esconde-esconde. Antes do jogo começar, uma pessoa é escolhida para dizer "Kukulu". Quando a criança diz Kukulu no local escolhido (Mariam), as outras crianças para esconder uma certa quantidade de tempo. Depois que a criança explora escolhido para as crianças escondidas os meninos e meninas tentar correr de volta para a Mariam sem ser pego pelo o escolhido. Aqueles que não são apanhados são os vencedores.
Shisima (Quênia)
Duração: 25 minutos
Material: tesoura, emborrachado (Eva), canetinha e tapinha de garrafa pet
Local: quadra ou pátio            
Para dar início às atividades, o(a) professor(a) poderá trabalhar com o jogo Shisima, um jogo de tabuleiro originário do Quênia. Para confeccionar o tabuleiro do jogo será preciso utilizar um retalho de emborrachado (EVA) de aproximadamente 20cmx20cm e desenhar um octógono de 15 cm de diâmetro (Figura 1). As peças podem ser feitas de tampinhas de garrafa pet e cada jogador terá 3 peças de mesma cor. Para começar, os jogadores tiram par ou ímpar. Na disposição inicial, as peças ficam no tabuleiro como indicado na figura 1 / peças. O jogador que iniciar a partida poderá movimentar sua peça pelo tabuleiro até a aresta mais próxima que estiver vazia, sem pular qualquer outra peça. O objetivo do jogo é posicionar as três peças alinhadas como se pode ver nas situações (a,b,c,d) onde o jogador de vermelho venceu as partidas.

Labirinto (Moçambique)
Duração: 25 minutos
Material: giz
Local: quadra ou pátio             
A brincadeira do Labirinto (Figura 2) é originária de Moçambique e possui uma dinâmica simples e interessante. Para começar é preciso que se faça um desenho do labirinto no chão (a). Os jogadores iniciam o jogo na primeira extremidade do desenho (b). Para seguir em frente tira-se par ou ímpar repetidas vezes. Toda vez que um jogador ganhar ele segue para a extremidade à frente. O jogador que chegar na última extremidade primeiro (d), vence a partida.   Sugestões de variação: - Ao invés de tirar par ou ímpar para seguir em frente os jogadores poderão utilizar o pedra, papel e tesoura. - Pode-se jogador com mais de duas crianças, mas para isso é preciso mudar a disputa de par ou ímpar para adedanha.
Mankala
 Duração: 25 minutos
 Material: caixa de ovos, tesoura e feijões
 Local: quadra ou pátio       
 Jogo da Mancala é um milenar jogo africano que pode ser encontrado em diferentes países do continente. Seu nome, bem como suas regras, podem variar de um local para o outro, mas a dinâmica é sempre a mesma. Inspirado nas tarefas agrícolas de semeadura e colheita o jogo da Mancala se revela como um jogo estratégico e inteligente. Para confeccionar seu tabuleiro com materiais simples (Figura 3), basta utilizar um caixa de ovos e recortar duas fileiras com 6 cavas cada. As regras básicas são as seguintes (Figura 4): cada jogador iniciará a partida com 24 feijões distribuídos igualmente pelas suas 6 cavas (A). Para decidir quem iniciará a partida os jogadores deverão tirar par ou ímpar. O jogador que iniciar deverá tirar os 4 feijões de sua cava e distribuir (semear) no sentido anti-horário nas cavas ao lado. No entanto, é preciso que pelo menos um de seus feijões seja semeado em uma cava do adversário. Sendo assim, para dar início à partida o jogador obrigatoriamente terá que optar por semear os feijões das cavas IV, V ou VI. No exemplo da Figura 4 o jogador 1 optou por começar com os feijões da cava IV e semeou 1 feijão em suas cavas V e VI e nas cavas I e II do adversário. Todas as vezes que um jogador distribui suas sementes e termina a semeadura completando 2 ou 3 feijões ele pega (colhe) estes feijões pra si. Se houver pares ou trios de feijões nas cavas imediatamente atrás daquela, também terá o direito de colhê-los. Na jogada (E) o jogador 2 distribuiu os 5 feijões de sua cava V e terminou a semeadura na cava IV do adversário com 2 feijões. Com isso, ele teve o direito de colher estes 2 feijões. Um jogador pode colher feijões tanto nas suas cavas quanto na cava do adversário. No entanto, toda vez que for fazer a semeadura deve começar utilizando feijões de sua própria cava. O jogo termina quando um jogador não tiver feijões suficientes para semear até a cava do adversário. Nesse momento, contam-se os feijões que cada um colheu e aquele que tiver colhido o maior número de feijões ganhou o jogo.

Referências:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22256

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